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Tome Nota

Morre ex-guitarrista do KISS.

Morreu nesta quinta-feira, dia 5 de abril de 2007, o guitarrista Mark St. John, que tocou na 4º formação da banda americana KISS.

Mark St. John era canadense e entrou no KISS em 1984, numa época em que o heavy-metal e guitarras virtuosas ultra-rápidas estavam em evidência, o que fez com que o KISS abandonasse seu estilo rock and roll do início de carreira e se firmasse nos anos 80 como uma das maiores bandas de ''rock arena-glam-hard-rock''.

Considerado por muitos (muitos mesmo!) como o guitarrista mais técnico que o KISS já teve, St. John só pôde gravar um disco com a banda ('Animalize'), pois meses depois de seu ingresso no KISS, o músico teve um problema nas mãos e teve que ficar de molho por um tempo, o que o acabou tirando da banda.

Curiosamente, relatos afirmam que Mark St. John nunca tinha se ligado muito em KISS quando fizera o teste para entrar na banda. Mas... o fato é que o guitarrista (que era músico erudito!) agradou em cheio os patrões Paul Stanley e Gene Simmons, que não pensaram duas vezes pra contratar o virtuose que até hoje ostenta o título de dedos mais rápidos que já passaram pelo KISS.

Sem dúvida, é uma perda e tanto para os milhões de fãs do KISS e do próprio hard rock. Eu, como fã assumido da ''banda mais quente do mundo'', fico, inevitavelmente, triste.

Com a morte de Mark St. John, o KISS já tem dois ex-membros falecidos; o primeiro foi o baterista Eric Carr, que morreu de câncer, no dia 24 de dezembro de 1991.

Mart St. John morreu aos 51 anos, de hemorragia cerebral.

O site oficial do KISS deixou esta nota:

"Sad to report that Mark Norton aka Mark St. John, KISS' lead guitarist on Animalize, passed away this morning of a cerebral hemorrhage. Mark was 51 years old.

KISS remembers Mark for his contributions and sends their condolences and deepest sympathies to his family and friends."

 

 

 

Na foto, da esquerda pra direita: o baixista linguarudo, Gene Simmons; o saudoso baterista Eric Carr, o ''supreme rock star'' Paul Stanley; e Mark St. John.



Escrito por Caio Sales às 05h26
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(...continuação)

A banda sai do palco e logo em seguida volta para o bis, trazendo para o palco o coral do Projeto Guri, composto por crianças usando camisetas com a frase “O medo constrói muralhas”, que anteriormente já havia aparecido no porco da música Sheep. Nem era preciso ser fã árduo de Pink Floyd para adivinhar o que viria: The Happiest Days Of Our Lives e Another Brick In The Wall Part II. Estádio inteiro cantando em uma única voz, em alto e bom tom. Logo vieram Vera, Bring The Boys Back Home e Comfortably Numb para fechar a noite. Confesso que nessa música senti falta de David Gilmour no solo, mas nada que comprometesse o espetáculo.

 

Uma vez que Waters já havia tocado no Brasil em 2002, as comparações são inevitáveis. Como estive presente nos dois shows, posso opinar a respeito e expor os prós e contras de cada show. A voz de Waters não está mais a mesma de 2002, mas está muito longe de comprometer o espetáculo. O som em 2002 estava nitidamente melhor. Não que sábado estivesse ruim, aliás estava excelente, mas é que em 2002 o som era coisa de outro planeta, talvez por ter sido no Pacaembu, que é um estádio menor que o Morumbi, o que pode ter favorecido a acústica do espetáculo de 2002. Por outro lado, esse ano tivemos um setlist mais rico em músicas do Pink Floyd e principalmente a execução completa do álbum The Dark Side Of The Moon. Além do mais senti Roger Waters mais carismático com os fãs nessa segunda vinda e também colocou um forte teor político no show desse ano. Qual show foi melhor? Ainda não consegui chegar a uma conclusão, ambos foram espetaculares, superaram as expectativas e em nada decepcionaram. Se pudesse veria os dois novamente. Dois shows inesquecíveis em todos os aspectos. Para matar a saudade do show de 2002 ou para quem não teve a chance de assistir e quer saber como foi, recomendo assistir o DVD In The Flesh. Já o show de 2007 vamos aguardar para ver se será lançado DVD da atual turnê, o que é bem provável uma vez que o mercado de DVDs está cada vez mais forte, além de que essa turnê tem um conteúdo histórico especial pelo fato da banda ter executado o álbum The Dark Side Of The Moon na íntegra. Agora é torcer para que venha o DVD.



Escrito por Caio Sales às 17h07
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Roger Waters em São Paulo

  O Underdogblog é coisa profissional... temos editor, pessoal de pesquisa, equipe técnica, críticos e, até mesmo, correspondentes (só não temos pauteiro... mas isso ninguém conta pro Moura, ok?). Sim, temos vários correspondentes pelo Brasil a fim de nos passar as mais confiáveis e respeitadas informações e opiniões sobre o que interessa no mundo da música.

  Nossa intenção é cada vez mais dar total cobertura dos eventos mais significativos do atual cenário musical. TODOS os shows listados na edição passada terão suas respectivas coberturas pelo Underdogblog. O show do Aerosmith já tem enviado especial a posto; idem para Evanescence; se Deus permitir, este que vos escreve fará a cobertura do show do Keane; e quanto ao Papa... bem, se algum leitor se interessar em ser meu enviado especial, mande cartas para a redação, ok?

  Bem, sem mais delongas, nesta edição, vc lê a resenha que nosso enviado especial ao show de Roger Waters em São Paulo, ocorrido no dia 24 de março (último sábado), Heros "The Ripper" Sales, escreveu exclusivamente para nosso querido blog. Confira:

 

 

Em março de 2002 milhares de brasileiros realizaram o velho sonho de  assistir a um show de algum dos membros da formação clássica da lendária banda de rock progressivo Pink Floyd com a apresentação de  Roger Waters em março daquele ano. Apesar de ser um show solo de Waters, o repertório de 2002 foi em sua maior parte baseado em clássicos de sua antiga banda. Cinco anos passados, eis que Roger Waters volta ao Brasil com repertório não muito diferente mas tendo como principal destaque a execução do clássico álbum The Dark Side Of The Moon na íntegra, como o Pink Floyd já havia feito anos atrás na turnê de The Division Bell.

 

 Assim que os portões foram abertos pude perceber no palco, ainda sob a luz do dia, um “cenário” de fundo contendo garrafa de whisky, copo, cinzeiro, remédios  e a miniatura de um avião de guerra em cima de um rádio, dando a impressão de serem infláveis. Só à noite observando com o binóculo pude perceber que tudo tratava-se de um telão e que eu havia me enganado com tamanha perfeição de seu efeito 3D. Ao anoitecer, pequenos movimentos ocorrem no telão, como a mão de alguém pegando a garrafa, ligando o rádio e fumando cigarro. O “show” havia começado antes da banda subir ao palco.

 

O show começou aproximadamente às 21:00 com a canção In The Flesh e Mother, ambas do clássico álbum The Wall, e logo em seguida a banda executou a sombria Set The Controls For The Heart Of The Sun, uma das músicas do Pink Floyd mais bem executadas pela banda de Waters desde a época do show de 2002.

 

Logo em seguida veio a sessão de músicas do álbum Wish You Were Here, com direito a imagens de Syd Barrett na execução de Shine On You Crazy Diamond. A surpresa nessa parte do show foi a execução de Have A Cigar, mas o destaque foi mesmo para a faixa título, cantada por todos os fãs presentes e executada de maneira bem mais fiel à versão original do que no show de 2002. Falando no álbum Wish You Were Here, quem esteve em ambos os shows de 2002 e desse ano teve a oportunidade de escutar todas as canções do referido álbum, pois em 2002 apenas a canção Have A Cigar não foi tocada.

 

Durante a canção The Fletcher Memorial Home imagens de Saddan Hussein, Bin Laden e George W. Bush foram exibidas no telão com manchas de sangue em tom de protesto. Waters realmente abriu artilharia pesada pra cima de Bush, como foi demonstrado logo depois na letra de sua nova canção Leaving Beirut e também na execução de Sheep, quando o porco inflável que começou a ser usado na época do álbum Animals deu a volta pelo estádio até ser solto exibiu frases de protesto, inclusive em relação a Bush e aos crimes contra crianças que vêm ocorrendo no Brasil (leia-se João Hélio). Também houve fogos durante Sheep, com labaredas tão fortes que o calor era sentido das arquibancadas.

 

 Foi feito um intervalo de 15 minutos, para na seqüência a banda voltar com a execução de The Dark Side Of The Moon, o carro chefe da atual turnê. O álbum foi executado com grande competência pelos músicos e com todos os efeitos sonoros do álbum original. O destaque foi Us And Them na voz de Jon Carin. No encerramento da execução do álbum, surge um prisma no palco fazendo um giro de 360 graus, com o raio entrando de um lado dele e o arco-íris saindo do outro, ambos atingindo as arquibancadas com suas iluminações.

 

(continua...)



Escrito por Caio Sales às 16h57
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ERRATA

  Na matéria sobre o Keane, é dito que o trio é irlandês. Na realidade, a banda Keane é inglesa, ok? Desculpem-me pela informação errada. Acontece até nas melhores famílias.

  Já esclarecida a controvérsia... voltemos à programação normal.

  Só não me pergunte da onde tirei que o Keane é irlandês...



Escrito por Caio Sales às 16h24
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Papa Bento XVI. 10/05/2007 Estádio do Pacaembu

U2? Rolling Stones? Madonna? Michael Jackson? Pink Floyd? Não. Nenhum desses ícones pop tem o glamour de Joseph Alois Ratzinger. Vossa Santidade vem trazer todo seu potencial (de condenar gays, desposados e afins) para o maior país católico do mundo num mega show no Estádio do Pacaembu que utilizará um palco de dar inveja aos já citados e manjados Rolling Stones e U2. A saber, o palco terá a "Pomba do Espírito Santo", uma réplica gigante de uma pomba, claro. No mais, Bento XVI, que é considerado o representante direto de Deus na Terra, mostrará todo o luxo resplandecente de quem "segue" os passos do homem mais humilde que já passou pela Terra.

Vc pode esperar: O momento mais esperado é, sem dúvida, a canonização de Frei Galvão, nosso santo brasileiro. Palavras contra homossexualismo, casamento gay, divorciados que voltam a se casar, preservativos e afins, com certeza, vão levar os fãs ao delírio!

Recomendado para: Quem prefere ter o maior homem da História pendurado num crucifixo a tê-lo no coração.

 



Escrito por Caio Sales às 17h01
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Evanescence. 21/04/2007 Estádio Palestra Itália

A banda americana liderada pela fofa Amy Lee é um fenômeno: vendeu 14 milhões de cópias de seu CD "Fallen"; abocanhou Grammys e se tornou referência e inspiração pra qualquer adolescente de mal com a vida. Amy Lee se tornou figurinha carimbada em filmes da Marvel e corações de adolescentes com a cara cheia de espinhas e pêlos nas maos. Mas, conceitos e preconceitos à parte, o fato é que o Evanescence reúne energia, peso, lirismo e melodia numa dose certa.

A banda passou por sérios problemas desde o estrelato... perdeu um dos principais compositores (Ben Moody); ficou de molho por coisa de 3 anos; viu encrencas colossais envolvendo Amy Lee e o empresário da banda (que, segundo a vocalista, tentou assediá-la... pra dizer o mínimo... Nada bobo esse empresário, hein?!).

De qualquer forma, passado o furacão do estrelato precoce e dos problemas pós-estrelato, o Evanescence voltou agora com seu novo álbum, "The Open Door" (com uma capa linda, por sinal, ao contrário da capa inexpressiva do CD anterior) e já está de volta a seu lugar: as paradas musicais de todo o mundo.

Vc pode esperar: "Bring Me To Life" e "Going Under" colocarão o "Parque Antártica" abaixo; adolescentes de coração partido chorarão como crianças na melosa "My Immortal".

Recomendado para: Quem gosta de um som dark, agressivo, pesado e... bonito ao mesmo tempo. Peso e melodia como poucos têm o potencial de fazer.

 



Escrito por Caio Sales às 16h59
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Keane. 17 e 18/04/2007 Credicard Hall

A banda irlandesa liderada pelo fofo Tom Chaplin vem se destacando por ser diferente. Num cenário pop com bandas espalhafatosas, coloridas ou dark, existe quem ainda queira fazer "música normal". E, olha só, quem diria, existe também quem queira ouvir este tipo de música.

O Keane tem um som bem único, em parte, graças à formação inusitada da banda: voz, teclado e bateria. O trio se apresenta nessa configuração ao vivo (embora em estúdio use um baixo pra complementar o som).

Sem ser uma banda badalada e ícone de modinhas, o Keane vem conquistando espaço entre quem procura um som mais refinado e melancólico, sem deixar de lado algumas melodias alegres também.

Aliás, vale lembrar que ninguém menos que Guilherme Arantes admira o som do trio. Com a palavra, o autor do clássico "Meu Mundo e Nada Mais": "Está faltando no Brasil uma música assim, que busque a harmonia. Aqui tudo é muito alegre, mas nem tudo é só alegria na vida. Existem momentos de reflexão, de angústia." Quem sabe sabe.

Vc pode esperar: A platéia (que deve ser formada basicamente por pessoas com cara de estudiosas... óculos na cara e tudo o mais) vai se emocionar com a belíssima "Everybody´s Changing"; cantar em uníssono as emblemáticas "Is It Any Wonder?" e "Crystal Ball"; e viajar em cada tecla tocada em canções como "Leaving So Soon?" e "Nothing In My Way".

Recomendado para: Quem procura música refinada, bem construída e genuinamente melancólica nesse emaranhado de acordes pesados e pops alegres que ocupam as paradas de sucesso.

 

 

 



Escrito por Caio Sales às 16h58
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Aerosmith. 14/04/2007 Estádio do Morumbi

O Aerosmith tem uma imagem curiosa: respeitadíssimo lá fora (principalmente em sua terra natal, os EUA) como um dos maiores representantes do hard rock clássico, aqui no Brasil a banda é lembrada como "apenas" mais uma das bandinhas de MTV. É verdade que a banda de Boston liderada pelo bocudo Steven Tyler é autora de mega hits que tocam até hoje nos ipods de patricinhas; mas as guitarras sujas de Joe Perry são influência pra gente do calibre de Slash (ex-Guns and Roses) e são "música para os ouvidos" de muito cara "old school" que frequenta a Led Slay.

Modas à parte, o Aerosmith é uma das poucas grandes bandas em atividade que sintetizam a expressão "Rock and Roll". O KISS tá mais parado que o Barrichello e sempre foi careta (eles nem bebem uma cervejinha!); o AC DC também tá lento quase parando e apesar de ser um standard vivo do rock and roll, nunca foi muito adepto da filosofia do "sexo e drogas" desde a morte de Bon Scott; os Rolling Stones são um caso à parte...quando Keith Richards e Mick Jagger chegarem aos 150 anos, talvez eles pensem em pendurar as chuteiras (talvez...). Sendo assim, é razoável dizer que o Aerosmith é a única grande banda do mainstream que continua chutando o balde e espalhando a filosofia do ''sexo, drogas e rock and roll" pelo mundo.

Porém, no meio de tanta farra, uma notícia triste: o baixista Tom Hamilton está com um tumor. A coisa é grave. Ele vem ao Brasil junto com o resto da banda (espera-se isso, pelo menos), mas, se for o caso, quem tocará baixo no show será um músico substituto, haja vista a condição crítica de Tom.

Vc pode esperar: Hits que fizeram a história da MTV e se tornaram hinos-pop-rock-romântico da geração anos 90, como "Crying", "Crazy", "Amazing", "Hole In My Soul" e o mega hit da trilha sonora de Armagedon, "I Don´t Want To Miss A Thing"; pérolas pop como "Jane´s Got A Gun", "Angel" e "Jaded"; e rock and roll do bom, como "Love In An Elevator", "Sweat Emotion" e "Walk This Way''. Ah, claro, prepare-se pra ir às lagrimas de emoção em "Dream On".

Recomendado para: Quem gosta de hard-pop-rock sem muita firula.

 



Escrito por Caio Sales às 16h56
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Tome Nota

2007 promete

  Shows de pesos-pesados da música devem agradar aos mais variados gostos neste ano de 2007, que já começou com o Brasil recebendo atrações do primeiro escalão do pop (como Coldplay, Pet Shop Boys, Simple Plan, Mutantes e Bryan Adams), e que ainda trará figurões do mainstream da música, bandas em ascensão, velhos cavalos de guerra, um gênio, um santo e muito mais.... confira:

Roger Waters. 24/03/2007 Estádio do Morumbi

  Vc pode nunca ter ouvido falar neste nome, mas com certeza, se vc esteve no planeta Terra nesses últimos 30 e poucos anos, já ouviu uma de suas composições.

  Gênio é gênio e ponto final. Um cara que faz com que seus shows tenham ingressos esgotados em tempo mais curto que o salário mínimo (aqui no Brasil foi uma loucura a 'venda-relâmpago' dos ingressos); tem o espaço VIP de seu show ocupado por celebridades da Globo (não que isso seja necessariamente um mérito artístico, mas, que o cara tem cacife, tem!) e ainda por cima tem a humildade de dizer que nunca foi ''um grande músico'' e tal, que não toca bem, etc, merece nosso respeito.

Sei que chega a ser irônico chamar Roger Waters de humilde. Ele, que no meio dos anos 80, travou uma acirradíssima briga judicial contra David Gilmour (um de seus ex-parceiros de Pink Floyd) que acabou tendo Gilmour como vitorioso (que seguiu usando o nome Pink Floyd...aliás, 'segue' até hoje).

Intrigas à parte, Roger Waters é um músico com M maiúsculo (no sentido REAL dessa palavra, que vai muito além do cara saber ou não ler notas ou ser um mestre no instrumento, como seu 'amigo' David Gilmour) que merece todo o respeito do mundo ''simplesmente pelo seu legado": entre tantas coisas, compor o disco duplo mais vendido da história da música (The Wall) e um dos maiores fenômenos da cultura pop (o disco 'The Dark Side Of The Moon' é um dos mais vendidos de toda a indústria fonográfica; ficou 14 anos na lista da Billboard; ainda hoje vende em média um milhão de cópias por ano; e, pasmem, segundo estudos (da revista Q), é virtualmente impossível se passar um minuto inteiro sem que, em algum canto deste planeta, o álbum esteja tocando).

Que Roger Waters é um cara musicalmente simples todo mundo sabe. Aliás, taí um músico que personifica a palavra 'underdog'. É inegável que David Gilmour deu todo seu toque técnico-musical para as composições de Waters se tornarem clássicos eternos do Pink Floyd, mas se não existisse um Roger Waters compondo simples musiquinhas de 3 acordes num violão, a história da música hoje seria bem diferente da que conhecemos.

Vc pode esperar: O hiper mega hit ''Another Brick In The Wall (part 2)" deve levar todo mundo ao delírio. Desde fãs da velha guarda até "fãs ocasionais" (lembra que citei os atores Globais...aí que eles entram). A mesma emoção deve ser vista (mais ouvida e sentida) em clássicos como ''Wish You Were Here" e ''Shine On Your Crazy Diamond". Pra quem (assim como eu) ama o disco ''The Wall", clássicos como "In The Flesh?" e a belíssima "Mother" devem ser responsáveis por levar lágrimas aos corações! Fãs ''true" com certeza terão orgasmos cósmicos com músicas do fundo do baú, como a agressiva ''Sheep" e a lisérgica ''Set The Controlos For The Heart At The Sun". E, o mais esperado da noite: o disco "The Dark Side Of The Moon'' vai ser tocado na íntegra!

Recomendado para: Qualquer ser vivo que goste de música.

 



Escrito por Caio Sales às 16h54
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Introduzindo (agora indo mais fundo)

  ...continuação

Bem, agora que vc, caro leitor, já foi apresentado ao simpático nome do meu blog (''Underdogblog'', já esqueceu, pô?!), vamos a alguns pontos cruciais: Deu um baita bá-fá-fá (é assim que se escreve essa expressão? Sei lá! Nunca precisei escrever isso antes!) aquela história toda do professor escrever por e-mail que um dos critérios para avaliação vai ser o número de comentários. Bem, espero que eu tenha entendido errado (ou o professor escrito de uma maneira 'não muito clara', pra dizer o mínimo hehe), porque, se eu depender de comentários na minha página, tô lascado! Querido professor, na sala tem panelinha... vai me dizer que vc não sabe disso? É covardia comparar um projeto underdog feito por um cara underdog a blogs badaladíssimos dos donos da cena, ou, da panela (ops!). Humpf! Se eu ficar de birra vou utilizar meus superpoderes orkuteanos e entupir esse blog de comentários, hein?!

  Ah, mais uma coisa, querido professor, por favor, não precisa gastar seu tempo corrigindo meus erros em público, como fez com nosso amigo Luca. É muita gentileza da sua parte fazer isso com um blog tão underdog como esse, ok? Guarde essas correções pra outros erros (como crase onde não teria que ter crase), de outros alunos, e em outra oportunidade que não em público assim, fechado? ;-)

  Bem, falei, falei, mas ainda não cheguei ao ponto. É o seguinte: se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, digo ao povo (e principalmente ao professor, porque eu quero é garantir minha nota. O povo que se dane!) que a periodicidade (deu nó no cérebro escrever essa palavra... tá certa? 'Underdogblog" é bem mais fácil que palavras dessa nossa língua portuguesa, tá vendo?) do meu blog é (no máximo) semanal. O prazo vai ser de uma semana para atualizações, ok? Fantástico, né? O que a boa vontade (e a pressão da nota no final do ano) não faz, né? ;-)

  Outro ponto importante: tivemos casos de bravos guerreiros da sala que se revoltaram contra a opressão implacável do professor tirano que vai avaliar a quantidade de comentários... Esses guerreiros optaram, como forma de protesto, por NÃO permitir comentários em seus respectivos blogs! Bem, como eu quero mais é que a chapa esquente, podem comentar, me xingar, sugerir, elogiar, babar ovo, enfim... o espaço é nosso!

  Pra fechar, um de nossos implacáveis professores jogou sua indomável ira sobre a gente ao comentar que alguns blogs estão mal produzidos e tal, estão pobres (graficamente falando)... Bem, se meu blog leva "underdog" no nome (ah, eu já expliquei o que essa palavra maluca significa! Vê lá em baixo de novo, vai!), a última coisa que ele vai ser é sofisticado! Não esperem flores ou confetes virtuais caindo sobre a tela do PC; não espere fotos transadas em Photo Shop ou afins... aqui vc só vai ler um texto e, quiçá, uma foto! Ah, sim, e aqui vc vai ser chamado de vc. Vc vai ser chamado de ''você'' é em blog de quem tem saco de apertar o botão da seta (como chama esse botão mesmo? Nossa, deu branco!) pra colocar um bendito acento circunflexo no "e".  Eu não tenho (claro que se o professor jogar sua ira sobre quem escrever "vc", tudo pode ser conversado... sabe como é...).

  De qualquer forma, não espere produção nem algo superficial neste blog; espere apenas o que um cara que adora escrever e ama música tem de melhor a oferecer.

  Vejo vc na sala de aula e todo fim de semana aqui! ;-)

 

  Caio Sales

Escrito por Caio Sales às 23h51
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Introduzindo (só a ponta)

Demorou, mas, estou aqui! Caio Sales, pronto (será?) pra (tentar) desenvolver um blog de qualidade sobre meu assunto predileto, aquilo que é minha grande paixão: música!

  Antes de qualquer coisa, quero dizer que nesta primeira postagem falarei de tudo, menos de música. É isso aí. Utilizarei este curto espaço para explicar o quê, afinal, será o meu blog.

  Pra começar, quero falar sobre o nome do blog. Depois de pensar um pouco (sim, só um pouco, não tive saco pra pensar mais a respeito de um bendito nome), cheguei à conclusão que o blog deve se chamar "Underdogblog''. PUTAQUILAMERDA! O que raios é isso?! Hum, na realidade, é um neologismo híbrido amalgamado... deu pra entender? Hum, não? Ok, vou tentar explicar melhor. Vamos por partes: a expressão ''underdog'' é um termo em inglês (pouquíssimo usado, por sinal) que não tem tradução literal para o português, mas, seria algo próximo de "menosprezado'', ''humilde'', ''marginal'', ''que vem de baixo'', enfim, algo que ninguém aposta muitas fichas... algo que tá mais pra lá do que pra cá. Deu pra entender? Hum, se não deu, espere até o final do ano que se vc acompanhar este blog com frequência vc vai entender perfeitamente o que significa "underdog", combinado? Ah, sim, vc quer saber por que um nome em inglês, né? Não, não, não sou paga-pau de americano, não... mas, verdade seja dita, já que o blog vai ser sobre música e a nata da música está, na minha opinião, na Inglaterra e EUA, nada mais justo que o nome do blog seja em Inglês, que me desculpem os brasileiros... hehe Ei, calma lá, não tô falando que os artistas brazucas não terão espaço aqui, não! Relaxa, caro leitor... Ah, vale lembrar que um dos fatores que pesou pela escolha do nome aí é o fato de não existir palavra na língua portuguesa que sintetize o que ''underdog'' significa.

  Bem, mas... onde eu estava? Ah, sim, explicando os porquês do nome ''Underdogblog''. Bem, a fonia de ''Underdogblog'' soa como música para meus ouvidos... olha só (ou melhor, ouça só) que maravilha: ''Underdogblog''. Tente repetir 4 vezes em seguida. É uma fonia maravilhosa. Parece até aquelas rimas poéticas que o will.i.am faz nas músicas da "Fergalicious". Demais, né? Fala a verdade!

  Enfim, ''Underdogblog'' seria, ao pé da letra: ''Blog Simples'', ''Blog Marginal", ou, traduzindo mais objetivamente, um blog escrito pra vc entender! Sem firulas, termos difíceis, “idiosincrasias” (hehehe Não mostrem essa frase pro Moura, por favor! hehe), sem charme nenhum, sem papas na língua. Aqui é tudo simples feito por gente simples! Não gostou, vai ver blog de filosofia então! (Espero que não tenha nenhum blog de filosofia na sala... se não eu tô lascado com esse comentário... vai ser mais gente virando a cara pra mim... como se já não bastasse... xi...).

  continua...



Escrito por Caio Sales às 23h50
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